sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Uma janela esparramada pelo mar
O sopro que me abraça no alto do morro
A vida efêmera da última das rosas do buquê

Mais o cheiro fresco do café, na manhã que se abre
Um banho bem quente, sem prazo, pela noite que me encerra
E o sorriso gratuito de uma criança desconhecida

Isso é Deus!

Mas o teu rosto na moldura do meu dia
E o teu corpo me cobrindo pela vida
São o templo de uma religião só minha