Não são raras as vezes em que nos sentimos no topo
Julgamos ter vivido experiências bastantes
Bebido da vida aquilo que podíamos
E nos proclamamos senhores do bom senso e da razão
Mas eis que no caminho surge outra alma
Um rei de outrora caído de sua majestade
Despido de alto a baixo do orgulho aos pés
De coração aberto ao sofrimento
É justo aí que nos damos conta de nossa pequenez
Porque embora tentemos conjurar do éter a sagrada palavra
Ou escavar no rosto o preciso olhar
Tocados pela crueza de uma alma em dor
Apenas os que são de fato grandes
Não se curvam em silêncio
segunda-feira, 17 de novembro de 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
Já não te sinto mais em meu futuro
Como se a lógica do universo me esfregasse
De repente o rosto na vitrine da verdade:
A luz não dança onde a sombra faz morada
Não há portanto o que fazer senão deitar
Meu coração aos teus cuidados
À maestria do teu riso fácil que me arranca
Ao louco descompasso uma bela sinfonia
Mas se me permites agora enquanto há tempo
O abuso de um pedido:
Não quero que sofras se a vida me for justa
O que eu te rogo de joelhos
Aqui do fundo de minhas sombras
É que na luz um dia tu esperes por mim
Como se a lógica do universo me esfregasse
De repente o rosto na vitrine da verdade:
A luz não dança onde a sombra faz morada
Não há portanto o que fazer senão deitar
Meu coração aos teus cuidados
À maestria do teu riso fácil que me arranca
Ao louco descompasso uma bela sinfonia
Mas se me permites agora enquanto há tempo
O abuso de um pedido:
Não quero que sofras se a vida me for justa
O que eu te rogo de joelhos
Aqui do fundo de minhas sombras
É que na luz um dia tu esperes por mim
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