segunda-feira, 19 de março de 2012

Não te prometo o tempo todo
Que ninguém sabe o tempo que se tem
Mas te garanto minha posse, meu reinado como um todo
No momento em que for teu – serei de mais ninguém

E se acabar este segundo
Nem por isso fiques triste ou - pior! - magoada
Pois meu passado não se apaga nem se perde no olvido
É folha escrita e arquivada no diário do universo

E assim tua lembrança para sempre ficará
Na terra do meu desejo, qual brasa ainda acesa
E o punhal da tua saudade se abrigará em meu coração
Bebendo dele toda lágrima sem nunca matar a sede

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