terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Estou...
Há um tempo que ignoro
Assim como o amanhã
Seria isso o ser?

Talvez seja demais esperar
Não que tudo seja estático
Mas esperar que toda mudança
Te agrade é sinal de infância

E criança já não estou
?

Então mudamos. Fato
E o paradoxo da vida te assalta
Quando as novas células se olham
No espelho e vêem o passado
Novamente ali. Exposto. Escondido. Ignoradamente novo

Como o sol que brilha nesse outono
Exatamente o mesmo dos invernos passados

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