quarta-feira, 20 de março de 2013
To com saudade da poesia
Acho que é o meu real refúgio
O abrigo da alma sonhadora
Trincheira de um coração desiludido
Que bate ainda e não desiste - tão triste!
Esquecido por um tempo que já não é mais
Época perdida na infância da alma
Quando ainda o universo era um mistério
E mostrava, o seu infinito, um tudo feito de segredos
Sinto falta de quando era mais possível que real
A esperança longe da Física
A fé pulsante em estrelas vivas
E tudo, absolutamente tudo - eu inclusive
Era um fruto da fantasia de um menino-deus
Pulando e brincando feliz no jardim da vida
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