Que ingenuidade a do coração novo
Feliz por encontrar uma lembrança querida
E nela brincar novamente, pulando
As páginas como se estivesse na pracinha
Mas havia uma armadilha
Tropeçou e caiu o pobre do coração choroso
Abrindo novamente a velha ferida
Essa maldita casca – sempre fina!
O que se pode fazer agora, coração amigo?
Nem o tempo ainda te abandonou dela
E a saudade inteira logo te deu o bote
Ah, é preciso coragem para amar de longe, meu amigo
Sabendo que ela tem e terá outros, mas o teu é um amor
Inigualável! Que de tão infinito é sempre belo e doloroso
Edu, Edu! As palavras são belas, a conexão entre elas, perfeita. Parabéns, te admiro muito!
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